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Secretaria de Educação do Rio de Janeiro 17:06, 12 dez 2017 Alunos participam de projeto de soluções tecnológicas

Divulgação / SeeducRJ
Foto: Divulgação / SeeducRJ

Estudantes apresentaram aplicativos que envolvem inteligência artificial, realidade virtual e realidade aumentada

Especialistas em tecnologia, professores, alunos e jovens se reuniram no Colégio Estadual Pedro Álvares Cabral, em Copacabana, Zona Sula do Rio de Janeiro, para apresentação dos resultados do projeto-piloto “Tecnologia Exponencial para Todos”. Durante o evento #Bora Transformar, um grupo de 35 estudantes mostrou diferentes soluções tecnológicas que envolvem inteligência artificial, realidade virtual e realidade aumentada.

Além da unidade estadual, participaram do projeto a Escola Eleva e jovens da ONG Recode, organização parceira na iniciativa. Um dos trabalhos apresentados pelos alunos foi o projeto “Me Ajuda”, um aplicativo que visa facilitar denúncias de violência. Com ele é possível categorizar, mandar mensagens e até mesmo falar sobre cada caso. Por meio da inteligência artificial, o aplicativo interpretará em que categoria se insere cada queixa e encaminhará a mesma para os setores responsáveis.

O estudante Rafael da Conceição da Silva Alves disse que a ideia nasceu após uma pesquisa na escola.

– Pensamos em criar algo que agilizasse os processos de denúncia, trazendo soluções rápidas. O aplicativo tem várias facilidades, inclusive, a de localizar geograficamente quem precisa de ajuda, no caso de uma emergência – destacou.

Outro aplicativo criado pelos alunos foi o “Assistente Virtual”, que também faz uso da inteligência artificial. Neste caso, a proposta é auxiliar pessoas tímidas que sofrem com bullying e violência. Com esse app, é possível pedir ajuda online e receber dicas de onde procurar ajuda para cada caso. A estudante Stephanie Mangia explicou como funciona o aplicativo.

– As pessoas muito tímidas, ou que por algum motivo precisam de apoio para pedir ajuda, terão suas dúvidas e perguntas interpretadas pela assistente virtual e serão encaminhadas para o atendimento real. Também pensamos em sensores de batimentos cardíacos para analisar situações em que seria necessário um direcionamento para a área da saúde. O aplicativo também disponibiliza um chat e tem a opção de manter o anonimato, caso seja solicitado – disse.

O diretor da escola, Franciscoda SilvaGomes Junior, comentou que a unidade está sempre aberta para parcerias que venham acrescentar novos valores ao aprendizado dos alunos.

– Um projeto como esse insere os alunos em novas tecnologias de empreendedorismo, como a inteligência artificial e a realidade aumentada, por exemplo. Nossos estudantes são muito receptivos e isso torna o trabalho ainda mais produtivo – declarou.

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