Projeto “A Peça que Falta” é realizado na EE Maestro Heitor Villa Lobos

Mato Grosso do Sul

24.04.2026

 

A Escola Estadual Maestro Heitor Villa Lobos, localizada no Jardim Parati, em Campo Grande, realiza, diariamente nos intervalos de almoço, o projeto intitulado “”A Peça que Falta”.

A ação é realizada no momento das PCS (Práticas de Convivência e Socialização), em ambiente previamente organizado. A participação é regulada por lista de rotatividade, garantindo que todos os estudantes tenham acesso à atividade.

Cada grupo deve montar um quebra-cabeça completo, deixando-o finalizado na mesa ao término da prática.

As regras de convivência e uso do espaço são estabelecidas e acompanhadas pelas responsáveis pelo projeto: assessoras escolares Maria Cristina da Silva Pedra e Débora Vieira de Santana. A assessora escolar Débora doou todos os setenta quebra-cabeças disponíveis para o projeto atualmente.

PCSs

As Práticas de Convivência e Socialização são momentos fundamentais no cotidiano da escola integral, realizados diariamente após o intervalo de almoço. Elas têm como propósito estimular a convivência saudável, promover hábitos de higiene e alimentação, além de desenvolver habilidades socioemocionais essenciais, como respeito, cooperação e protagonismo juvenil.

O projeto “A Peça que Falta” insere-se no contexto com o objetivo de apoiar o desenvolvimento do protagonismo na escola, promovendo ações que possibilitem a integração do estudante e o seu crescimento pessoal.

A iniciativa busca estimular competências como disciplina, organização, autorregulação, responsabilidade e proatividade, fortalecendo tanto o aprendizado quanto a convivência.

Utilizando o quebra-cabeça como recurso pedagógico e lúdico, o projeto favorece a aprendizagem, o raciocínio lógico e a interação social entre os estudantes.

As assessoras escolares acompanham e orientam os alunos durante a prática, garantindo que o espaço seja de partilha, cuidado e construção coletiva.

Quebra Cabeça

O quebra-cabeça é uma ferramenta pedagógica que, além de proporcionar momentos de lazer, contribui significativamente para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos estudantes.

Ao manipular, encaixar e organizar peças, eles reforçam conexões cerebrais já existentes e estimulam a formação de novas, ampliando sua agilidade mental e capacidade de raciocínio.

Além disso, favorece a coordenação motora fina, a percepção visual e espacial, além de estimular criatividade e visão artística. No contexto da escola integral, o intervalo de almoço é um momento propício para descanso e socialização.

“Inserir o projeto nesse espaço garante que os estudantes tenham acesso a uma prática lúdica que, ao mesmo tempo, promove aprendizagem, cooperação e desenvolvimento de habilidades interpessoais”, finaliza gestor Antônio Marcos dos Santos.

Adersino Junior, SED

Fotos: Arquivo escolar